Síndrome de Down

A Síndrome de Down é uma alteração genética que ocorre pela presença de 1 cromossomo a mais no par 21, por isso também é conhecida como Trissomia 21. O que acontece é que a maior parte das pessoas tem 46 cromossomos, 23 vindos da mãe e 23 do pai. No caso das pessoas com a síndrome, há a presença de 47 cromossomos e o cromossomo a mais pode vir do pai ou da mãe.

 

Há uma correlação entre a idade da mãe e a ocorrência da SD, sendo mais provável a partir dos 35 anos de forma progressiva. No entanto, não se pode afirmar que a idade é determinante, já que mulheres com menos de 35 também têm filhos com SD.

 

É importante frisar que a SD não é uma doença e sim uma condição que está relacionada a alguns problemas no desenvolvimento corporal e cognitivo. Ela promove características físicas típicas (como os olhos amendoados, a boca pequena e a cabeça um pouco menor do que o normal) e deficiência intelectual em graus variados. No entanto, é preciso olhar além da síndrome e perceber que as pessoas com SD possuem características individuais e de personalidade que variam assim como ocorre com a população de forma geral.

 

As dificuldades físicas estão associadas a uma maior ocorrência de cardiopatias e malformações no sistema gastroenterológico, por exemplo. Outras complicações podem ser a hipotonia, que é a fraqueza muscular, e a baixa imunidade celular. Assim, várias intervenções podem ser feitas para o aumento da qualidade de vida, de maneira a prevenir e tratar possíveis complicações. De qualquer forma, os cuidados dependem muito de como o paciente é afetado pela síndrome, sendo necessário um acompanhamento multidisciplinar.

 

A capacidade intelectual dessas pessoas é relativamente menor do que a média da população, gerando atrasos no desenvolvimento da fala e na aprendizagem, por exemplo. O contexto no qual a pessoa nasce tem grande influência nesse desenvolvimento. Com a estimulação adequada (tanto em casa como na escola), a capacidade intelectual pode aumentar além do esperado.

 

A fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional são protagonistas no desenvolvimento das crianças com SD. Por meio dessas metodologias, elas desenvolvem suas capacidades de locomoção, de autocuidado e comunicação, essenciais para uma vida mais autônoma.

 

A família, portanto, tem um grande papel do desenvolvimento das pessoas com SD! É importante respeitar o tempo de aprendizagem de cada um, porém sem se esquecer de estimulá-los de forma gradativa. Somente ao perceberem o potencial de seus filhos é que poderão oferecer recursos para aumentar as suas habilidades intelectuais, físicas e de comunicação.

 

Com a promoção de esforços para que estejam inseridos na comunidade e na escola, esses indivíduos terão menos dificuldades para se adaptarem e se tornarem mais independentes. Podem se tornar mais aptos a trabalhar e formar relacionamentos saudáveis.

 

Ter informação é essencial para o melhor cuidado e o atendimento de qualidade de pessoas com Síndrome de Down, que é uma das intercorrências genéticas de maior incidência no mundo.

 

Onde saber mais:

https://www.movimentodown.org.br

http://www.fsdown.org.br/

https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-sindrome-de-down-caracteristicas-causas-e-sintomas/#terapias-e-desenvolvimento

 

 

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Para conversar com algum profissional especializado sobre o tema, seja um psiquiatra, psicólogo ou neuropsicólogo, acesse o site www.centrovangogh.com.br ou mande-nos uma mensagem no telefone (61) 99610-6688.

 

Artigo escrito pela psicóloga Raphaela Schlottfeldt Brandão

 

 

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