Semana Nacional de Combate ao Alcoolismo

Tem-se falado muito no alcoolismo hoje em dia muito mais por suas repercussões legais associadas a situações no trânsito que por suas consequências a saúde das pessoas. As campanhas educativas são, inclusive, direcionadas nesse sentido, “se beber não dirija” por exemplo, o que é aceitável. Ao mesmo tempo, as grandes indústrias em suas campanhas de marketing sedutoras induzem a ao consumo em grande escala, mas chamam a “degustar com moderação”. Com isso, fica implícito que uma parcela expressiva da sociedade aprova e consente o uso do álcool sem se preocupar muito com um possível futuro a que isso pode levar.
 
Em 2016 o consumo de álcool per capita no Brasil superou 2,5 L a média internacional de 6,4 litros por pessoa, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Cerca de 3,3 milhões de pessoas morrem todos os anos em decorrência da bebida, 5,9% de todas as mortes no mundo. Entre as pessoas de 20 e 39 anos de idade, 25% das mortes têm uma relação direta com o álcool. Um levantamento, também da OMS, constatou que o álcool pode causar mais de 200 doenças, incluindo mentais.


Nesse sentido o álcool se torna uma “porta de entrada” para o uso de outras drogas. E esse contato com o álcool tem se tornado cada vez mais precoce. Dados do IBGE de 2012 mostram que o primeiro contato com essa “porta de estrada” se deu para cerca de 66,6% de escolares frequentando o 9º ano do ensino fundamental.
 
Dessa forma é preciso entender que o álcool é uma droga sorrateira, que entra na vida das pessoas muitas vezes de forma “inofensiva”, como uma brincadeira, de forma social e sem que se perceba leva o indivíduo a quadros gravíssimos de uso abusivo ou dependência com repercussões clínicas e psiquiátricas importantes e, muitas vezes, irreversíveis.
 
Para muitos o “degustar com moderação” não vai funcionar. E nesses casos buscar uma ajuda que possa ajudar o indivíduo a se libertar do alcoolismo nem sempre é tão simples, pois muitas vezes é preciso reconhecer os sinais de perda de controle. Por exemplo, o desejo intenso de consumir bebidas alcoólicas, descontrole sobre o seu uso, continuação do consumo apesar das consequências, uma grande importância dada ao consumo em desfavor de outras atividades e obrigações, aumento da tolerância ao álcool (necessidade de quantidades crescentes da substância para atingir o efeito desejado ou uma diminuição acentuada do efeito com a utilização da mesma quantidade) e sintomas de privação quando o consumo é descontinuado.
 
Nesses casos, é fundamental procurar uma equipe de profissionais interdisciplinar que possa direcionar e apoiar o tratamento da dependência.

 

 

 

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